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Domingo, 7/1/2018
O Blog do Pait
Felipe Pait

 
Ópera dos 3 bilhões de vinténs

D. Inácio do Oiapoque ao Chuí - A Ópera dos 3 bilhões de vinténs.

Um distante principado na América do Sul, no século IXI (é "ichi" mesmo, não 9, nem 10, nem 11).

Dona Marisa van de Silva, corajosa nobre neerlandesa, contralto.
Barão A. de B., riquíssimo potentado local, barítono.
Acadêmica Oiapoque, a filósofa-geral da República da Lodoméria, soprano.
Senhor Inácio, um plebeu, baixíssimo.
Juó Bananere, ajudante-de-ordens, tenor falsete.
Mercador O. de Brecha, o próprio Barão A. de B. disfarçado.
General O. de Brecha, comandante supremo da cavalaria, irmão do Barão A. de B, não canta, nem dança.
Infante Inacinho, filho de D. Marisa e D. Inácio, mudo.
7 militantes mascarados; coro dos sindicalistas; viúvas dos sindicalistas vivos; estudantes de dialética; soldadesca; beleguins; guarda bolivariana.
(Dom Ferdinando, o primeiro cidadão, nunca aparece.)

Ato 1,
Cena 1: Um palácio nas Laranjeiras.
7 militantes mascarados, liderados por D. Marisa, invadem a residência do Barão A. de B. Distribuindo livros doutrinários e cantando canções de protesto, conseguem persuadir os vigias a facilitarem a entrada na sala do tesouro, e saem com o cofre do Barão, que sem perceber nada, canta no chuveiro a ária "Rouba mas faz". No pátio do palácio, D. Marisa e os mascarados distribuem $ do cofre aos sindicalistas. Dança dos ducados de ouro. Enquanto os militantes fogem, o Barão sobe à sacada, enrolado numa toalha, e finge jurar vingança.

Cena 2: Um calabouço nas Geraes.
D. Marisa lamenta a traição de um dos seus companheiros e promete vingança. Jura que nunca se casará com um ignorante em dialética materialista. Recebe a visita da Acadêmica Oiapoque, que discorre sobre a Teoria da Relatividade dos Crimes. Ária "Ladrão que rouba ladrão tem 100 anos de perdão".

Cena 3: O Pátio de uma Montadora na Borda do Campo.
Seu Inácio se lamenta dos sucessos políticos e amorosos do príncipe Ferdinando. Juó Bananere, um sindicalista, entra no escritório e traz a notícia da prisão de D. Marisa. Seu Inácio se compadece de D. Marisa e concebe um plano para resgatá-la. Juó Bananere é incumbido das tratativas. Brinde de 51. Ária "Si, Barone Costaverde".

Ato 2,
Cena 1: O Pátio de uma Montadora na Borda do Campo.
Seu Inácio beija as viúvas do sindicato, que contribuem suas joias para o resgate. O mercador O. de Brecha, que ninguém mais é do que o Barão A. de B. disfarçado, entra no escritório e se dispõe a ajudar. Seu Inácio se retira cantando "Nunca saberei de nada". O ajudante-de-ordens Juó Bananere e o mercador cantam o dueto "Lá meteremo as mano", em dialeto. O mercador leva o dinheiro para o General nas Laranjeiras, enquanto Seu Inácio se dirige às Geraes com os sindicalistas e os estudantes. D Marisa é libertada, sob aclamação geral ao herói da hora, Seu Inácio. D. Marisa se lembra da jura feita no cárcere.

Cena 2: A Sala Magna da Congregação da Faculdade da Margem Esquerda do Rio dos Jerivás, também conhecida como palácio de D. Ferdinando.
Seu Inácio tem aulas de dialética com a Acadêmica Oiapoque. No intervalo das aulas, ele lamenta a cultura de D. Ferdinando, seu rival. Os estudantes jogam truco. Coro "Ai Tatu! Tatuzinho! Me abre a garrafa, me dá um pouquinho". Nas Geraes, D. Marisa estuda ciência política. Chega a notícia de que D. Ferdinando foi enviado em uma missão francesa.

Cena 3: O Pátio de uma Montadora na Borda do Campo.
Os sindicalistas liderados por Seu Inácio e os soldados liderados pelo General O. de Brecha formam 2 filas para depositarem seus votos numa só urna. Quando a urna fica cheia, é jogada no Rio dos Jerivás. Seu Inácio e o General (movendo os lábios sem cantar) se juntam no dueto "Quem for contra a democracia, eu prendo e arrebento", enquanto D. Marisa chega em silêncio. O Mercador se revela como Barão A. de B., irmão do General que inexplicavelmente tem o nome de família de seu pseudônimo, e declara apoiar Seu Inácio. O General remove a farda e veste o pijama. Coro "Quero que vocês me esqueçam nesse inverno".

Ato 3,
Cena 1: A Sala Magna da Congregação da Faculdade da Margem Esquerda do Rio dos Jerivás, também conhecida como palácio de D. Ferdinando.
O agora D. Inácio se prepara para a coroação. A Acadêmica Oiapoque canta a famosa ária "Quando ele fala, o mundo se ilumina". Os estudantes de dialética jogam uma mão de truco e tiram 3 manilhas. Juó Bananere oferece o brinde "Chateaux Domaine de la Grande Romanée-Conti du Jeriva Açu" ao casal maior. D. Marisa e D. Inácio são coroados rainha e rei.

Cena 2: Um palácio nas Laranjeiras.
Beleguins leem uma vasta lista de calúnias contra D. Inácio. O sindicalistas se movimentam contra o neo-liberalismo. D. Inácio acusa D. Ferdinando. O Infante Inacinho se exila, sob a proteção do Leão de Damasco, velho amigo da Acadêmica Oiapoque. D. Inácio se recolhe a Ibiúna e reflete sobre o poder enquanto bebe uma aguardente de poire. Juó Bananere bebe um caldo de cana. D Marisa das Pontes governa sozinha.

Cena 3: Uma escola de samba, que é o próprio calabouço nas Geraes, com o resto dos cenários misturados.
Continua a leitura das calúnias pelos beleguins, agora liderados por Juó Bananere. D. Marisa se recolhe à Ilha Porchat. O Baile da Ilha Porchat. D. Inácio percorre o país em um ônibus, enguiçado no pátio da montadora. D. Ferdinando, ausente, ministra aulas na Sorbonne. Os sindicalistas e os soldados formam filas para encher uma nova urna. O Infante Inacinho retorna de Damasco com a guarda bolivariana, composta por soldados, militantes, sindicalistas, estudantes, viúvas, e beleguins. Juó Bananere e a Guarda põem os beleguins remanescentes para correr e aclamam Inacinho imperador. É carnaval.

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Postado por Felipe Pait
7/1/2018 às 19h15

 
Toscanini e o Hino da República

O chatérrimo Hino da República, que ninguém conhece, é da autoria de Leopoldo Miguez, que foi responsável pelo lançamento da carreira do grande Toscanini. No meio de uma apresentação da Aida de Verdi no Rio de Janeiro em 1886, os músicos entraram em greve contra o regente Miguez. A saída foi chamar o violoncelista, que conhecia a ópera de cor, para reger naquela mesma noite.

Foi um sucesso imediato e duradouro. Lançado com apenas 19 anos, Toscanini se tornou o maior maestro da história. A posteridade foi menos generosa com o bem intencionado Leopoldo Miguez. Vencedor do concurso para substituir o hino nacional, deve a sorte do olvido à pressão popular: o Marechal Deodoro relegou a composição vencedora às raras comemorações do golpe militar que depôs Pedro II.

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Postado por Felipe Pait
22/10/2017 às 12h17

 
Açaí com granola

Antes de ler email pela manhã, convém pegar 2 ou 3 colheradas do açaí congelado e colocar em cima da granola com banana. Daí enquanto você vai lendo a correspondência o açaí começa a degelar, se misturando mais facilmente com os grãos e atingindo temperatura mais agradável para o consumo. Infelizmente nada posso recomendar a quem não come açaí com granola, banana, e coco pela manhã.

Pensando bem, posso sim. Esse sábado dia 21 começa o Kleztival - 8o Festival Internacional de Música Judaica, que estou ajudando a organizar a divulgar. No sábado e no domingo há concertos no SESC Consolação, que fica ao lado da R Maria Antônia e do Mackenzie. Durante a semana o festival continua em vários lugares da cidade, e no fim de semana seguinte, dias 28 e 29, há uma série de filmes no MIS, seguido de encerramento festivo musical.

Os teatros do SESC são o que há de melhor em infra-estrutura. Fora as do SESC e a do Renascença que é beneficente, as demais apresentações acho que são quase todas gratuitas. Uma coisa garanto: os músicos são um melhor do que o outro.

Abaixo está o link para o site com o programa do festival. Aproveitando o ensejo passo também o link para um artigo meu sobre klezmer que acabou de sair no Estadão online.

Programação do Kleztival

A música klezmer: da Bessarábia a São Paulo

Venham e tragam parentes, amigos e conhecidos. Todo o público é bem vindo!

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Postado por Felipe Pait
19/10/2017 às 07h53

 
Irredentismo

Mensagem aos separatistas brasileiros: cada estado que se separar do Brasil é uma despesa a menos para os paulistas.

Os paulistas são contra a separação de qualquer estado. Nós amamos todos vocês brasileiros igualmente, e acolhemos os migrantes de todos os estados e de outros países como se fossem paulistas quatrocentões, da mesma forma que os paulistas quatrocentões acolheram a nós a partir do século 19: oferencendo trabalho. Produzimos o suficiente para sustentar todos os outros estados, e só reclamamos quando os impostos, fruto do nosso suor, são desviados por meio de corrupção.

Porém, se alguma parte do Brasil resolver se separar, é em prejuízo próprio e para benefício financeiro de S Paulo. Serão bem vindos de volta quando recobrarem o juízo.

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Postado por Felipe Pait
10/10/2017 às 14h01

 
Dinheiro não tem cheiro

Me corrijam se entendi errado:

O Janot queria se posicionar de isentão, e armou uma delação unilateral contra a gangue do Temer. O açougueiro gostou da ideia de proteger seu patrono Lula, e o Facchin aceitou a delação parcial, por uma mistura de indignação, ingenuidade, e parcialidade. O delator se sentiu tão à vontade e certo da impunidade que gravou a si próprio contradizendo a delação e implicando a orcrim do Lula. O Janot não teve outro caminho que fazer o resto da denúncia.

Totalmente fulanizado, "O" sicrano, "O" beltrano, mas política agora está só nisso. Dúvida: o $ do Geddel era o troco do roubo enquanto ministro durante o governo Temer, durante o governo Dilma, ou durante o governo Lula? Isso nunca se vai saber, $ não tem cheiro.

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Postado por Felipe Pait
6/9/2017 às 10h11

 
Como terminará o desgoverno Trump?

Brasil EUA
3 x 1 ------ Golpe
2 x 1 ------ Impeachment
4 x 4 ------ Morte morrida
2 x 4 ------ Morte matada

Uma possibilidade para os EUA é seguir o caminho onde já tem liderança, a morte matada. Outra é o golpe, onde a liderança brasileira continua inconteste. O médico particular do assim-chamado presidente afirma que ele tem a melhor saúde do mundo, o que indica que a morte por causas naturais também é uma possibilidade. Mas o impeachment pelo congresso seria lento demais, por causa da pusilanimidade do partido Republicano.

Palpito uma combinação: golpe executado pelos únicos membros atuantes do gabinete, os militares, empregando a emenda 25.

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Postado por Felipe Pait
24/8/2017 às 09h51

 
Petista atacando o fim do Ciência sem Fronteira

Petista defendendo o ciência sem fronteiras. Minhas respostas.

As quantias foram enormes, e o programa não atendia a nenhuma necessidade bem especificada do país. Os estudantes foram enviados a esmo, pelos acasos da burocra da Capes, sem consideração nem aos interesses dos estudantes e às capacidades das universidades estrangeiras e nacionais. As verbas foram gastas sem nenhum critério: o exemplo mais óbvio é que as universidades americanas foram pagas pelo valor "cheio" das taxas de matricula, que poucos estudantes pagam, sem nenhuma negociação, que certamente teria sido possível considerando o volume de recursos.

Alguns alunos se beneficiaram - bom para eles, mas não justifica o mau emprego de recursos. Sempre vai ter algum argumento imbecil dizendo que se uma pessoal ganhou vale a pena ter gasto dinheiro de centenas de milhões - mas o total geral foi um festival de incompetência promovido pelas autoridades.

Clareza total já há. 15 anos de orçamento do CNPq gastos sem nenhum critério. Agora o CNPq está sem $, comprometendo a continuidade da pesquisa futura no país. Faria mais sentido colocar as verbas no banco como precaução contra dias futuros nebulosos. Beneficiados houve, mas foi um desperdício monumental.

Não é unanimidade - tipo "tem um gajo que não acredita em mudanças climáticas mas acredita em homeopatia, então ele está certo e os 99.9% dos cientistas que têm opinião contrária a ele estão errados".

Não é opinião - as bolsas eram dadas sem atenção para as demandas da comunidade científica, sem cuidado em relacionar as ofertas das universidades estrangeiras com os interesses dos bolsistas. Os dispêndios foram exorbitantes - o programa pagava taxas de matrícula muito superiores àquelas pagas pelo estudante americano em média. As instituições de destina não eram sempre as mais adequadas ou de qualidade superior às instituições de origem.

O CNPq sustenta a pesquisa no Brasil fora do estado de S Paulo, que tem também a Fapesp. É indispensável. Informe-se com qq cientista. 15 anos de orçamento do CNPq gastos sem nenhum critério. Indefensável.

As agências de financiamento são indispensáveis para a ciência nacional. O orçamento total é finito.

Não há justificativa para gastar 15 anos de orçamento das agências num programa sem critérios bem definidos, que não atende a necessidades da comunidade científica nacional, e com estrutura administrativa mal concebida e ineficaz.

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Postado por Felipe Pait
4/7/2017 às 08h42

 
Estou com pena dô6 que não são corintianos.

Torcedores tucanos, petistas, republicanos, democratas, trabalhistas, tories, gaullistas, socialistas, todos só têm visto os times contratarem bandidos, perderem eleição, e dar zebra. Só o Timão tem ganho algumas.

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Postado por Felipe Pait
28/6/2017 às 10h16

 
Emprego público protege quem não precisa?

Há diversos erros na argumentação do artigo publicado hoje no Pasqüim.

1 - É verdade que o setor público remunera melhor que o privado trabalhadores com pouca escolaridade. Porém os trabalhadores muito qualificados, como professores universitários, recebem no serviço público menos do que no mercado de trabalho competitivo.

O quadro geral é mais complexo que isso: o judiciário oferece remunerações excessivas para alguns; e há muitos diplomados fazendo trabalhos de pouca sofisticação, recebendo mais do que o serviço vale. Isso reforça que a análise do artigo é enganosamente simplista.

2 - A estabilidade em alguns casos tem justificativas necessárias. Os exemplos mais claros são juízes - a estabilidade é indispensável para a autonomia nas decisões; e cientistas em áreas extremamente especializadas - ninguém vai investir numa carreira na qual não há mercado líquido de empregos sem garantia de estabilidade.

Tenho a impressão de que são justamente os casos em que ela é mais necessária que geram mais alvoroço entre os opositores da estabilidade. Isso enfraquece mortalmente o argumento racional que o artigo busca apresentar.

É fácil para um pesquisador numa área de interesse de massa não compreender a necessidade da estabilidade. Um pesquisador em econometria ou em engenharia da computação pode facilmente passar de um emprego universitário para outro, ou para um trabalho não acadêmico. Um especialista em história medieval, ou em geometria diferencial, precisa da estabilidade para embarcar num programa de pesquisa com duração de décadas. Um economista deveria ser capaz de compreender isso.....



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Postado por Felipe Pait
16/6/2017 às 10h03

 
Presidenta e presidento

Os elementos que faziam o impeachment da presidenta urgente fazem o impeachment do presidento urgente também: obstrução de justiça e formação de quadrilha.

Quem era contra o afastamento pode continuar sendo contra usando os mesmos argumentos: 51 milhões de votos, gravação do executivo, propina não foi registrada em cartório como destinada a enriquecimento pessoal, rede Globo, Odebrecht e JBS são patrimônios nacionais que o neoliberalismo quer destruir.

Quem era a favor de afastar uma tem que ser a favor de afastar outro.

A campanha para eleição direta antecipada é um perigo. Eleição periódica é cláusula pétrea da Constituição - não eleição quando der vontade. O País passa meses discutindo e aprovando uma eleição extemporânea, daí faz a eleição uns meses antes da data constitucional sem suficiente reflexão. O eleitor com raiva de todos os salafrários escolhe um extremista da direita ou um oportunista da esquerda, que em seguida decide que eleição em 2018 é desnecessária, e remarca a próxima para quando quiser. Risco enorme. Por isso extremistas, oportunistas, e salafrários vão apoiar.

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Postado por Felipe Pait
20/5/2017 às 08h39

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