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Domingo, 7/1/2018
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Feitio

A fórmula
é para
todos

mas a
posologia
é a
de cada
um

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Postado por Metáforas do Zé
7/1/2018 às 11h27

 
Nostalgia das noites

O sorriso é o espelho da alma
Nele o espírito se apoia, acalma.
Um rosto sereno luz erradia,
Transporta o brilho, a harmonia,
De imagem que nunca se apaga.

O frio da brisa que ladeia a noite,
O perfume das flores exala no ar.
Do alto a lua derrama a pálida luz,
Sobre casais que vagueiam a rua,
Na busca de insaciável buscar.

Ignora nos outros a profunda dor,
De amores idos em tempo passado.
Quando a lua se vai e o sol vem vindo,
Os casais vão aos poucos sumindo,
Ficando nas ruas um vento gelado.

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Postado por Blog Feitosa dos Santos - Prosas & Poemas
2/1/2018 às 22h01

 
Canção das flores

O verde do campo,
Plantio da terra,
Descortina o véu,
No azul do céu,
Estrelas em guerra.

Luz de pirilampo,
Na noite escura,
Sereno falho,
Manhã de orvalho,
Acordar sem censura.

Lençóis espalhados,
Travesseiro ao chão,
Amores amantes,
Pássaros cantantes,
Entoam a canção.

Flores minhas,
Flores tuas,
Aos olhos despem,
Flores que vestem,
As retinas nuas. Rio,16/10/2016

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Postado por Blog Feitosa dos Santos - Prosas & Poemas
2/1/2018 às 21h52

 
Te desejo do fundo do coração

O que um verdadeiro amigo desejaria aos seus amigos no passar de um ano? Sinceramente eu não saberia dizer.

Eu porém, como amigo desejo o que sempre quis e quero para mim:
Honestidade, compreensão, generosidade, amor, distância da arrogância e da prepotência; não ter inveja e nem desejar o que não trabalhou para ter; não ser o dono da verdade, não se achar certo em tudo, enquanto o outro é sempre o errado; não considerar seu Credo, (Religião) o fim, quando esse(a) é apenas o meio para elevar-se espiritualmente; procurar ser humilde de coração e não só de palavras; ter fé em Deus, tentar fazer sempre o bem, nunca julgar o outro indiscriminadamente e quando o jugar, fazer com equidade.

Que cada um desempenhe o papel que lhe couber em 2018 da melhor maneira que puder. Assim será feliz pelos atos praticados.

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Postado por Blog Feitosa dos Santos - Prosas & Poemas
30/12/2017 às 15h04

 
Fio de Eros I

Ao vazado da teia de feminino talhe,
ressudando o centro de feminino púbis:

Que línguas de carne lamberam-lhe
as margens?

Que longilíneo cerne lhe conhecera
ao fundo?


(Do livro Teia dos labirintos. Escrituras, 2004)

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Postado por Blog da Mirian
30/12/2017 às 09h21

 
Até nunca mais 2017

Falar do ano de 2017 não é tarefa fácil para ninguém. Faltando apenas três dias para o seu término e esperando que nada mais de tenebroso aconteça, aguardamos esperançosos o ano de 2018.

Por observação minha, percebi que as pessoas aqui no Brasil, tornaram-se mais arredias, voltadas para dentro de si mesmas e ao mesmo tempo carregadas de uma agressividade latente, creio que patrocinada pela situação em que nós brasileiros enfrentamos, na política, segurança e vida social.

No meio político o Brasil passou a ser visto, como um dos países mais corrutos do mundo e onde a impunidade impera.

Nas principais instituições da República, como legislativo e executivo houve verdadeiro comercio para aprovações de medidas para enfraquecer a polícia federal e o Ministério Público, bem como para o livramento de denunciados por corrupção, lavagem de dinheiro e improbidade administrativa.

No Congresso Nacional brasileiro, há para mais de 200 parlamentares citados e denunciados por crimes de lesa pátria.

No executivo o próprio presidente foi denunciado por crimes dessa natureza, esse porém foi acobertado pelo plenário da Câmara e do Senado Federal.

Foi grande o esforço da Policia Federal, com o apoio do Ministério Público para descobrir, investigar e punir os criminosos de colarinho branco, os corruptos políticos, a compra de votos por políticos inescrupulosos entre tantos outros crimes. Alguns ministros do Supremo Tribunal Federal, teimam em não punir os ricos e poderosos da política nacional, soltando os criminosos sem levar em consideração o clamor popular e a estarrecedora dilapidação do erário público nacional.

Dentro do próprio Supremo há um descompasso entre os seus membros. Apesar dessa Instituição ser o órgão de maior confiabilidade da nação brasileira, vê-se que nos últimos tempos foi perdendo essa primazia, tendo em vista a desconfiança da população brasileira por alguns dos seus componentes.

Na política brasileira houve diversos fatos estranhos, que manchou a imagem nacional e desmontou vários benefícios conquistados as duras penas, por brasileiros em governos anteriores.

Houve a calamitosa Portaria do trabalho escravo, medida tomada pelo governo do presidente Temer que desfigurou por completo a Lei existente, benéfica aos trabalhadores, graças a Deus sustada pelo poder judiciário. Houve o decreto que suspendia reservas ambientais na Amazônia, entre tantas outras aberrações desse governo que ai está. Por último o decreto que concedeu o generoso Indulto de Natal, onde os maiores beneficiados são os que praticaram crimes do colarinhos branco e corrupção.

Quero ainda mencionar o combalido sistema de saúde, o desprovido sistema de segurança nacional, o desesperador caos social reinante e o falido sistema de educação reinante no nosso país, produzindo milhões de analfabetos Brasil afora. Triste constatação do presente e sombrio futuro para um país que almeja o desenvolvimento humano, social e tecnológico.

Nós brasileiros, não podemos nos amedrontar e nos acovardar diante desses abutres do poder, que nada tem a ver com o cidadão digno, honesto e trabalhador, a legitima figura humana brasileira.

No âmbito internacional, o ano de 2017, principalmente nas áreas de conflitos, foi brutal para a população dessas regiões, principalmente para as mulheres e as criança.

Que Deus salve a humanidade desses poucos, porém nocivos, homens sem caráter e sem vergonhas, que governam países e milhões de indivíduos a mercê de suas vontades. Já vai tarde ano de 2017. Que venha 2018 com melhores possibilidades.

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Postado por Blog Feitosa dos Santos - Prosas & Poemas
28/12/2017 às 16h19

 
Nas horas que me pego pensando...

Sou do tipo que passa um bom tempo do dia pensando o passado.

São imagens gastas, já em preto e branco.

O ruim disso tudo é quando quero lembrar algum nome e a memória falha.

Ainda há pouco, uma reportagem na TV chamou a minha atenção: falava sobre tartarugas.

Bastou para despencar na minha cabeça a lembrança de quando peguei uma tartaruga para criar.

Era um bicho estranho, não queria nadar, desprezava a alface, gostava mesmo dos besouros.

De repente, outra reportagem, agora sobre chuvas, enchentes e buracos.

Por detrás do repórter, surgem alguns edifícios me arrancando suspiros: O mercado municipal, para mim, tem a mesma beleza misteriosa da torre Eiffel.

Como era mesmo o nome da tartaruga?

Sinto tristeza todas as vezes que me deparo com os restos do Colégio Osvaldo Cruz; o velho prédio agoniza silencioso, levando, nos seus tijolos carcomidos, minha infância e juventude.

Desligo a TV, mas a tartaruga permanece rondando meus pensamentos, misturada com o rosto de um sujeito estranho - um homem esquálido e taciturno - que me cumprimentou num cruzar de caminhos e dele não me recordo o nome, muito embora a certeza que o conheço, porque se esqueço nomes, sou bom de lembrar fisionomias.

O problema nem é tanto o nome, mas o lugar: onde foi que conheci aquele sujeito?

“Estou pensando nos que possuem a paz de não pensar, na tranqüilidade dos que esqueceram a memória”, essa frase da Adalgisa Neri, tão forte e definitiva, serve de breve alento, entretanto, não espanta do meu pensamento o rosto do homem taciturno, muito menos a imagem da tartaruga.

De perto não sou normal, muitas vezes falo coisa sem coisa, nada coisa, coisa nenhuma, porque quando estou navegando em pensamentos, tudo o que quero é o silêncio das paredes do meu quarto.

Eu canto enquanto penso, assovio enquanto escrevo.

Canto agora uma música entrelaçada de assovios, e nada consegue afugentar as dúvidas caminhando em meus pensamentos.

Num repente, imaginei ter descoberto o nome do sujeito do olhar taciturno, mas logo recuo, ele não é o Antenor, sei disso por conta do riso na cara, sempre estampada na figura do Antenor, antigo conhecido dos tempos de aprendiz de joalheiro.

Por onde andará o Antenor?

Pronto, mais uma coisa para pensar...

Uma palavra me salta da boca: sinantia, cuja sonoridade me faz visualizar mentalmente os misteriosos encantos das flores.

Ao pensar nas flores, descubro que o nome da tartaruga era Rosa!

Não é normal uma criança criar tartarugas, mas não sou normal desde criança.

Rosa tinha um caminhar diferente e no casco umas pintinhas amarelas lembrando o sol.

Eu tentei ser pintor, mas o único desenho que consigo fazer é o sol.

Sou um pintor frustrado, mas nem quero pensar sobre isso.

Fiz de uma velha vasilha cheia d’água a residência oficial de Rosa, mas ela não queria nadar.

Entendo perfeitamente um bicho não comer verduras, mas uma tartaruga não gostar de nadar?

Aquele bicho não era normal.

Num estalo, lembrei do sujeito Taciturno; não o nome, nem o local, mas a função: é um poeta, dos bons e eu o invejo: não sei escrever poesia, até tentei, lá pelo meio da juventude, mas falei tanto sobre flores e passarinhos, nuns rabiscos ingênuos e descuidados, nem percebi o passarinho morrendo, espetado pelos espinhos das flores.

Ah, poesia, tortuoso caminho pelo qual tremem as minhas mãos.

E a tartaruga?

A passos de cágado descobri afinal a causa de todo o mal que sofri: Rosa não era tartaruga, era jabuti.

Termino nessa rima torta, tão igual aos passos daquele bicho estranho; calmo e vagaroso, como devem ser todos os pensamentos...

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Postado por Blog de ANDRÉ LUIZ ALVEZ
24/12/2017 às 15h41

 
Quando tudo vira cor no vento da viagem



Imagem: La Bioguia



Já teve casas brancas, algum trocado e fracassos. Seu reino foi muito perto, naquela estrada amarela que leva ao Retiro do Homem Só – um lugarejo que segue a linha do trem de ferro, daquela empresa que manda em tudo na cidade.

Numa noite qualquer cheia de galáxias distantes, amarraram na sua porteira - sempre entreaberta - uns óculos estranhos, bem mais escuros que o breu dos seus cabelos. Ela sabe que ninguém pode fugir do que está tão perto, do que é sem nome. Com o mesmo desdém da manhã nascendo, colocou nos olhos e qual surpresa... Tudo ficou mais iluminado. Uma explosão crescente de estrelas anãs nos seus olhos. Foi ficando cega de tanta luz.

Era verdade diante dos olhos. Cega, completamente cega. Mas a luz saía pelas lentes e devido à cegueira, mal podia controlar seus raios, entrando e saindo pelo decote da camiseta de ordenhar seus pensamentos-gados-leiteiros... Sua primeira roupa do dia.

Assistindo esse mundo de luz, foi voltando pra casa e viu que a estrada era verde-azul. O amarelo envelhecido da poeira era mesmo uma ilusão. Conseguiu também ler numa árvore, gravada em baixo relevo “as perguntas são suas, não devolva a ninguém”.

Seus olhos imediatamente teceram teias de material fino e transparente, formando aquela bolha que só existe nos olhos dos gatos.

Agora estava dentro de seus próprios olhos num mundo de luz sem dor.

Antes de entrar em casa, tropeçou na sua armadura transparente. A segunda roupa do dia, de defesa contra abelhas dulcíssimas.

Abriu a porta de casa, tudo diminuiu de importância. Seus livros se transformaram em roteiros, suas janelas, manivela. Deitou na cama-grama, apertada em coisas da casa.

Alguém mais estava lá e também era luz, era sabor, trouxe um mapa mundi, um cigarro, um sorriso, chicletes, lista de compras, despedidas e chegadas.

Ligou à chave, era casa conduzida. Quando tudo vira cor no vento da viagem, nada sobra de antigamente. Ninguém pode fugir sem permanecer... Quando se tem lugar pra fugir – você nem sabe que estava em fuga – o que você conquista é um lugar redondo. Chamam de abraço. Ou vida.



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Postado por Blog de Aden Leonardo Camargos
21/12/2017 às 16h56

 
Caindo na Real - Você Aproveitou as Oportunidades


Fim de ano aí na porta, e mais do que as festas, alguns tomam essa época pra refletir sobre o que tem feito. Os mais jovens talvez menos... Pra alguns deles, o natal ainda pode ser uma época mágica de sonho e fantasia com férias, passeios e luzes incomuns ao resto do ano.

Pra quase todos nós dos 30 em diante, até menos, sobra essa sensação de... Será? Pensando, uma vez ou outra, se fizemos realmente certo quando dissemos não pra aquilo e sim pra isso. Se soubemos lidar de fato com as dificuldades que apareceram e se as consequências obtidas, hoje poderiam ter sido evitadas ou ampliadas.

É tão difícil responder... Quem dera tivéssemos a capa do Dr. Estranho que nos puxasse pro caminho certo quando estivéssemos pra escolher o errado! kkk Claro, às vezes, não dá pra fazer só aquilo que desejamos e isso também é bom, pois há situações onde caminho certo surge dos imprevistos e das respostas inesperadas, o famoso acidente de percurso no encontro aos males que vem pra bem.

Mas e quando nos pegamos com aquelas memórias que quase mostram o quão teimoso e imaturo fomos ao recusar oportunidades que pareciam pequenas e difíceis demais na época, porém que teriam levado a um patamar tão longe do que você se encontra agora.

Um cara joga os mesmos números na loteria durante dias, meses, anos... Um dia, por esquecimento ou frustração ele deixa de jogar e nesse fatídico dia seus números são sorteados. Ele deve se matar por isso? Claro que não, é apenas um exemplo real de tantos outros que acontecem todos os dias e que as pessoas precisam superar e seguir em frente, pois não há como adivinhar o futuro.

Fazemos nossas escolhas baseados naquilo que temos no momento, às vezes pode parecer maravilhosa e ser uma porcaria, outras vezes ter aspecto horrível e depois dar certo. O fato é que ninguém sabe o dia de amanhã, só pareceu ser a melhor opção a ser tomada no momento.

O que não podemos deixar é que ótimas oportunidades, vistas tão claramente, vão embora por medo ou preguiça de ser algo mais. E se mesmo assim o "cavalo selado passar" e você não montá-lo, não adianta viver com a frustração. Não se deixe transformar em alguém amargo que remói o passado enquanto o presente passa em branco e também se transforma num passado ocioso.

Infelizmente, você só tem o presente pra contar como efetivo, então o melhor é engolir e esquecer, na pior das hipóteses, superar e conviver, pelo menos foi escolha sua e de mais ninguém. O que resta aos trintinhas, sessentinhas e agora centenários é fazer o melhor que possa ser feito hoje, indo em busca de um caminho que retorne pra rodovia principal ou o mais próximo dela.

Confesso que estou louca pra chegar a Rota 2018!



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Postado por Blog de Camila Oliveira Santos
16/12/2017 às 15h28

 
Ilustrado

Aladim
lustra
sua lâmpada

As palavras,
o pensamento

As nuvens
lustram
o céu
empanado

Meus olhos,
a
escuridão

Os passos
em busca
dos
caminhos
encantados,
basicamente
lustram o
chão

Assim como
as
asas
lustram os
ventos
e,
corpos
aos céus
são lançados...

A memória
lustra o
tempo

Os sonhos
lustram
o espelho
da alma

.............

O
lustro
é o
lastro
da


O lustro
é
o carinho
ou, o
capricho
de
u'a
obsessão

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Postado por Metáforas do Zé
16/12/2017 às 12h04

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